Bom de Comer by Nadia Cozzi


Eu fiz uma revolução na minha vida, e valeu a pena!

Tem muitas coisas que mudam na vida das pessoas quando elas passam a dar importância aos alimentos.  

Já ouvimos muitas histórias, agradecimentos e raramente levamos isso a público, não sei se por timidez, por falta de tempo,mas acho muito importante as pessoas acompanharem as mudanças de outras, ver que é possível e que vale a pena.

Estamos abrindo o espaço Eu fiz uma revolução na minha vida, e valeu a pena! para quem quiser deixar seu depoimento, para quem acha que valeu a pena deixar de lado os industrializados, os processados, os refrigerantes e também para quem se deu o direito de descobrir as delícias da arte da culinária.

Vamos lá? É só mandar para o email nacozzi@hotmail.com que publicamos.


Pergunta feita no Site Webfilhos – O amigo da família: 
Um pai aflito: 
Olá, meu filho tem 6 anos e na hora do almoço ele se engasgou com um pedaço de carne,isso foi em uma terça-feira,depois se alimentou normal até sábado, mas depois ele não quis mais comer,tento não forçar,tento explicar para ele que isso não vai mais acontecer,mas mesmo assim ele não esta comendo nada,só sucos e leite,não sei nem a qual especialista recorrer,o que devo fazer.Obrigado. Robson

Resposta:  Olá Robson
Por incrível que pareça estes acontecimentos estão se tornando cada vez mais freqüentes, pois  este mês é a terceira criança que este fato acorre. Vou lhe explicar o que penso que pode estar acontecendo para que outros pais possam ter conhecimento também.
 
Fazendo um “vale a pena ver do novo”  no histórico alimentar de um ser humano, teoricamente ele deve primeiro mamar no peito materno, para exercitar e ganhar força e habilidades na musculatura oral, que o auxiliará durante toda vida a saber lidar com o conteúdo de alimento no interior da boca, tendo cada vez mais destreza para mastigar, ao ganhar dentinhos, sabendo produzir e  engolir pedaços adequados do alimento  evitando o engasgo, mas no momento que os bebes são privados do aleitamento materno e lhes é apresentado uma mamadeira, todo esta possibilidade fica cada vez mais deficiente, agravando-se assim com a oferta de alimentos cada vez mais moles, poucas frutas e quase nada  de alimentos com consistência mais dura, justamente com as  carnes, assim quando estão maiorzinhos e com as regras alimentares que a sociedade impõe, são levados a ter que dar conta de um pedaço de carne sem, no entanto,  ter desenvolvido habilidade conquistada para isso.
 
Desta forma, tenha paciência, vá conversando com ele a cada refeição, sem mais tocar naquele assunto, só dizendo como é “legal” refeição em família, onde todos ganham e se divertem, procure colocá-lo para comer junto a vocês ( comer com a família , mesmo), para  que  se sinta mais seguro, pois se acontecer algo, os pais estão ai para auxiliá-lo, mas isto não deve ser comentado com ele, mas que não fique “com o pé atrás”  e a refeição em família deve ser tranqüila  sem correrias, mastigando devagar, inclusive os adultos devem fazer o mesmo para dar o exemplo a ele, e que a refeição é um momento de aprendizado, de  prazer e amizade.
 
E na seqüência, procure um dentista (orto) para avaliar a posição dos dentes, mordida dele e como está o arco dos dentes, pois tem crianças com a mordida tão estreita, que não conseguem, nem que queiram mastigar corretamente, pois a mordida esta alterada ( cruzada) e alimentos como a carne, são difíceis de serem mastigados, pode ser que na seqüência do dentista, talvez seja ate necessário um trabalho com fonoaudióloga para fortalecer a musculatura oral, e  ensiná-lo a mastigar, e tudo isto se previne com a amamentação materna. Mas tudo isto  já passou, temos agora que recuperar o máximo possível da mastigação para evitar quadros assim, e por enquanto paciência e compreensão, e se nada disso funcionar talvez até o trabalho com uma psicóloga seja necessário, para que ele supere o trauma.
 
Boa sorte,  lembre-se que o amor consegue tudo superar.
Dra Ana Lúcia Dias Paulo

  





 

Sandra Silva Souza, 41 anos, dona de casa.

Amo cozinhar ver a família reunida saboreando as delícias q eu mesmo faço, mas sabe quando as coisas começam a dar errado?

Então foi o que aconteceu aqui em casa há um tempo atrás. Pensando que estava nutrindo a minha família e na verdade estava matando aos poucos as pessoas e amigos que tanto amo.

Os sintomas eram: desconforto, noites mal dormidas, gemidos das crianças durante o sono. Vômitos apos as mamadas,dermatites, mudança de humor,hiperatividade,etc.

Com todos esses sintomas eram muitas vezes em médicos implorando por alguma solução e nada. Fizemos alguns exames alérgicos e lá estava o problema, esposo e filhos alérgicos a vários alimentos, mas como assim?

Os alimentos que eu comprava de empresas que diziam cuidar de nossa saúde , prometiam bem estar animo e tudo mais,sem falar nas verduras ,sinceramente não entedia.

O que fazer então? Mas graças a Deus, aquele que é poderoso para nos discernir as coisas que estão em oculto. Mais uma vez o amor prevaleceu, a minha insistência em encontrar uma solução foi maior do q o comodismo.passei a pesquisar muito , e nessa busca encontrei informações que valem ouro.

Por acaso encontre Nadia Cozzi, uma consultora em alimentos e com ela aprendi a ler rótulos, aliás não só ler,  mas querer saber exatamente para que serve cada nome esquisito que se encontra na tabela de ingredientes.Nossa ainda eles tem coragem de falar ingredientes, aff...

Aprendi que até mesmo em um alimento mais fresquinho, verduras lindas têm os seus perigos. Aprendi que quem tem intolerância à lactose pode tomar leite, comer queijo, tomar iogurte e comer manteiga de garrafa, pois muitas vezes a intolerância é aos aditivos químicos.

O problema resolveu quando comprei tudo direto do sitio, nada de industrializado. Está sendo maravilhosa essa experiência. Aprendi que o corante resulta em dermatites, cólicas estomacais, vômitos, falta de concentração, hiperatividade, e etc.

Aprendi q a soja não é tão amiga como se pensa. É preciso desconfiar e pesquisar quando se tem muitas promessas sem muito trabalho. É preciso colocar o amor em prática, a responsabilidade acima de tudo quando o assunto é alimento.

As perguntas têm que ser feitas a você mesma. O que eu estou comprando? O que estou oferecendo para o meu filho? Quanto vale o sono tranquilo de uma criança, o bom humor de um casal? Gargalhadas depois do jantar? Um despertar sem dores e nem vômitos ou náuseas?

Há...  é bom você pensar nisso... Ter uma família em equilíbrio, isso é possível sim. Uma pessoa em equilíbrio pensa melhor, trabalha melhor e isso tudo esta ao alcance de suas mãos.

Precisamos ter um casamento de duas coisas amor e responsabilidade. Não podemos aceitar que uma maquina de ferro produza o seu alimento, não podemos aceitar propagandas lindas que te induzem a acreditar que estão se preocupando com você e sua família.

Os alimentos precisam ser manuseados com sentimentos, se falta tempo pra você preparar o seu alimento, você vai ter que arrumar muito tempo pra ficar em prontos socorros e consultórios médicos.

Hoje o meu sentimento é de liberdade, sinto- me liberta de uma prisão. Todos têm o direito de escolha. Eu posso escolher diante de tantas coisas oferecidas pra mim o que vou querer, posso escolher ser prisioneira ou livre. Espero que você escolha a liberdade de poder desfrutar de tudo com responsabilidade e amor... Você é aquilo que come... 

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