Bom de Comer by Nadia Cozzi

VOCÊ SABE QUAL O MOTIVO DO USO  DO AÇO INOX NA ALIMENTAÇÃO?

Por Dra. Celia Wada

O aço inoxidável tem um registro comprovado de sucesso nas áreas onde a higiene e a facilidade da limpeza são críticas, assim como em áreas onde as reações e as contaminações advindas do contato possam estar presente.

Sem considerarmos as exigências legais obrigatórias do aço inox, seu uso não obrigatório tem sido amplamente incrementado.

Um dos aspectos mais importantes na segurança alimentar está diretamente relacionada à seleção dos materiais que entrarão em contato com os produtos alimentícios

Outro fator preponderante na segurança e na qualidade do produto é a higiene. A higiene é um aspecto de suma importância na preparação ou processamento do alimento ou das bebidas.

A habilidade de permitir fácil limpeza, faz do aço inoxidável a primeira escolha para condições higiênicas estritas, tais como restaurantes, hospitais, cozinhas públicas, etc.

As propriedades de aço inoxidável, dentre elas a resistência de corrosão, a resistência mecânica e a formabilidade são benefícios importantes para os fabricantes e usuários neste setor.

A facilidade de limpeza do aço inoxidável é similar àquela do vidro e da porcelana, sendo bastante superior neste quesito aos plásticos, ao alumínio e aos artefatos de barro.

As propriedades de resistência à corrosão, a durabilidade, a proteção do sabor, a economia e a estética conduziram à sua aceitação como material preferido para entrar em contato com alimentos em um sem-número de aplicações relacionadas. O aço inoxidável está tornando-se cada vez mais popular e usado intensivamente como material de construção de recipientes para o preparo e armazenamento de alimentos.

O aço inoxidável é basicamente inerte à grande maioria dos compostos liberados por alimentos, incluindo seus aditivos químicos. Ele normalmente não forma microfissuras, assim evitando a possibilidade de surgimento da infecção bacteriana. O aço inoxidável pode ainda ser usado para cozinhar assim como para servir e não quebra ou racha ao contrário de outros materiais também usados para a fabricação de utensílios de cozinha.

A facilidade de limpeza é também importante com relação ao gosto, à cor e à prevenção da contaminação de produtos comestíveis tais como o leite, os alimentos processados e as bebidas alcoólicas.

Um dos benefícios proeminentes do aço inoxidável em relação ao gosto ou ao odor de um alimento para o alimento seguinte é a rapidez com que sua superfície pode ser deixada livre de resíduos e das bactérias. Isto é de grande importância higiênica, particularmente na manipulação de alimentos.

A higiene é primordial sempre que alimentos ou bebidas (água, chá, café, leite, cerveja, vinho, refrigerantes, etc.) são produzidos, preparados ou processados. O aço inoxidável tem um registro comprovado do sucesso nestas áreas onde a higiene e a facilidade da limpeza são tão importantes.

A respeito das considerações de segurança, a neutralidade, tanto química como biológica, do aço inoxidável em aplicações de contato com alimentos/bebidas transformou-se num foco do interesse. Devido à sua resistência à corrosão, o aço inoxidável comprovou sua segurança mesmo em situações extremas, como por exemplo, quando exposto a alimentos de acidez elevada. Esta é uma clara vantagem no que tange à saúde.

Os produtos do aço inoxidável cumprem as necessidades do consumidor mais do que outros materiais o fazem. Não há necessidade de substitui-los prematuramente por causa do desgaste e da deterioração estética.

Muitas propriedades do aço inoxidável conduzem à sua aplicação durante toda a cadeia produtiva dos alimentos: desde o processamento, distribuição, armazenamento e, na ponta da cadeia, as atividades à mesa, que envolvem travessas, bandejas, talheres para diversas finalidades, etc.

Especificamente no segmento de carne e derivados, é sabido que o aço inox é bastante usado em aplicações que vão desde a faca e demais instrumentos de corte até bancadas,pias, etc.

Pode-se afirmar que a utilização do aço inox é condição  sine qua non para que a indústria alcance os melhores níveis de higiene e segurança alimentar.

O aço inoxidável também é selecionado no comércio de catering por suas características de higiene, durabilidade, e resistência aos riscos. Com a introdução do Food Safety Act (EUA), a higiene da atividade de catering tornou-se ainda mais crítica e o inox atende às expectativas.

Na linha de comércio em geral, hoje em dia o aço inoxidável é escolhido em muitas aplicações por razões estéticas, particularmente em  restaurantes onde a área de trabalho está à vista do público, como nas pizzarias.

Tecnicamente, o uso do aço inox é indicado para que reações adversas não ocorram durante o processamento do cozimento.

Os alimentos contêm compostos ácidos, alcalinos pigmentos (corantes) que atacam as superfícies dos utensílios utilizados para cozinhá-los. Este ataque leva à formação de frestas de proporções microscópicas (ou micro fissuração) que se transforma num lugar  de difícil acesso para limpeza sendo propício para abrigar as bactérias. Isto traz sérios perigos à saúde, os quais não são facilmente compreendidos. Existe, ainda, o perigo da interação entre esses compostos e materiais inorgânicos presentes em determinados utensílios podendo provocar sérios problemas de intoxicação e contaminação no alimento que será ingerido.

O aço inoxidável é basicamente inerte à grande maioria dos compostos liberados por alimentos, incluindo seus aditivos químicos. Ele normalmente não forma micro fissuras, assim evitando a possibilidade de surgimento de focos bacterianos e até micóticos. O aço inoxidável pode ainda ser usado para cozinhar assim como para servir e não quebra ou racha ao contrário de outros materiais também usados para a fabricação de utensílios de cozinha. O aço inoxidável é perfeitamente neutro aos gêneros alimentícios e o gosto e a aparência permanecem inalterados, mesmo em contato prolongado com essas  substâncias agressivas e ácidas das frutas, dos legumes e das verduras.

O alimento nos países em desenvolvimento é temperado com ingredientes agressivos e fortes agentes de coloração. Os equipamentos e recipientes de aço inoxidável são apropriados para qualquer operação em que haja contato com alimentos e ajudam a reduzir de maneira significativa o risco do chamado “envenenamento pelo alimento”.

Nas questões relacionadas a Sustentabilidade, o aço inoxidável é “amigo” do meio ambiente. Ele pode ser reciclado, reduzido ou re-manufaturado. Essas propriedades representam um recurso particular do aço inoxidável. O aço inoxidável é teoricamente 100% reciclável. Se submetido a um processo de incineração, o aço inoxidável pode ainda ser recuperado das cinzas e reciclado. Mas mesmo se um produto rejeitado de aço inoxidável não for reciclado e sim simplesmente despejado, não há nenhum efeito prejudicial, nem ao solo e nem à água. Assim o aço inoxidável é um material totalmente compatível com o meio ambiente.

Segurança alimentar

A segurança alimentar estuda os riscos e as formas sobre como os alimentos devem ser cultivados, manuseados, preparados e armazenados para evitar doenças de origem alimentar que podemos chamar de ”intoxicação alimentar”.

Hoje a segurança alimentar é um fato obrigatório a ser considerado. As legislações garantem que o alimento deve ser produzido em um ambiente limpo e seguro. Porém, mesmo com legislações rigorosas, o grande problema é que, muitas vezes, a intoxicação alimentar pode ocorrer,  em nossas próprias casas. Esse dado estatístico pode ser observado em várias pesquisas nacionais e internacionais. Cerca de 40% dos 200.000 casos registrados de doenças transmitidas por alimentos que ocorrem na Nova Zelândia a cada ano, são devido à má manipulação de alimentos em casa. Estudo da Secretaria de Estado da Saúde aponta que 27% (ou quase um em cada três) surtos de intoxicação alimentar registrados no Estado de São Paulo estão relacionados ao consumo de alimentos preparados nas residências.

O Ministério da Saúde revelou dados epidemiológicos onde mostram que 45% das intoxicações alimentares são originadas por alimentos preparados em casa.

O manuseio incorreto e a conservação inadequada de alimentos são as principais formas de contaminação.

A intoxicação alimentar é responsável por mais ou menos 670 surtos, com 13 mil doentes todo ano.

Para evitar este tipo de doença, é necessário que a população esteja alerta sobre cuidados de higiene e manuseio destes alimentos.

Lavar as mãos apenas antes de iniciar a preparação do alimento não é suficiente. É necessário que as mãos sejam lavadas durante todo o processo de preparo alimentício. Os equipamentos utilizados também devem estar limpos. 

Segundo Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o local onde o alimento vai ser preparado deve estar protegido de insetos, pragas ou qualquer outro animal.

Outro ponto a ser estudado é a qualidade do alimento que você vai consumir. O uso indevido de agrotóxicos, hormônios e outros pesticidas podem acarretar problemas gravíssimos e, muitas vezes, irreversíveis a saúde. Muito mais graves do que uma intoxicação por conta de uma bactéria do gênero Salmonella sp, Eschericia coli ou mesmo um protozoário como a Giardia lamblia, são as intoxicações por metais pesados e compostos como conservantes, agrotóxicos, acidulantes e corantes. O caso das trutas salmonadas é um típico exemplo onde o uso de Astaxantinas  promove uma deposição desse corante nas células do sistema nervoso de forma irreversível.

A intoxicação alimentar é desagradável, muitas vezes causando náuseas, vômitos, diarreia e dores de estômago. Em casos graves, pode ser necessário o tratamento hospitalar.

A intoxicação crônica é ainda mais terrível podendo ser irreversível.

O risco de intoxicação alimentar pode ser minimizado através do cuidado com os fornecedores, armazenamento, manuseamento e cozinhar alimentos corretamente.

É sempre importante tomar cuidado com os alimentos e isso começa mesmo quando você está comprando e transportando a comida do supermercado para sua casa.

A forma com que nos alimentamos,  como manuseamos os nossos alimentos e o tipo de alimento que utilizamos é um assunto fundamental para nossa saúde e para nossa qualidade de vida.

Como em todas as nossas ações, necessitamos conhecer a fonte. Na alimentação é a mesma coisa. Precisamos saber o que comer, como comer e por que comer afinal

VOCÊ É AQUILO QUE VOCÊ COME! 

Para mais informações e diretrizes internacionais sobre segurança alimentar temos os órgãos:

1. New Zealand Food Safety Authority (NZFSA) www.nzfsa.govt.nz - Bem como as informações on-line, NZFSA produz uma gama de folhetos sobre segurança alimentar, incluindo:

- A segurança alimentar quando você tem baixa imunidade

- Boa comida / alimentos seguros para as pessoas mais velhas

- Dicas para uma alimentação segura e saudável durante a gravidez

- Conheça os erros

2. Foodsafe Parceria www.foodsafe.org.nz

Este é um grupo de organizações da indústria de alimentos, Governo, de saúde pública e do consumidor que tem um trabalho de sensibilização para as questões de segurança alimentar.

 

  


A DIETA PARA O NOVO MILÊNIO

Dr. Carlos Braghini autor do livro Ecologia Celular 

Quem começou a mudar a maneira como encarávamos a dieta ocidental foi o dentista Weston Price, que no início dos anos 1930, iniciou uma viagem de dez anos por partes do mundo intocadas pela civilização ocidental. Seu objetivo era estudar a influência da alimentação na saúde dental. Ao final, recolheu precioso material publicado no livro Nutrition and Physical Degeneration (Nutrição e Degeneração Física) mostrando que cáries e deformidades nos dentes eram provocados por deficiências nutricionais e não pela herança genética. 

Quando Price analisou os alimentos usados pelas populações nativas da Gália, populações indígenas da América do Norte e do Sul, malaios e polinésios, aborígines australianos, tribos africanas, maoris neozelandeses descobriu que seus membros possuíam saúde bucal perfeita, forte estrutura física e maior resistência às doenças. Sua conclusão: em comparação à dieta norte americana essas populações consumiam quatro vezes mais vitaminas hidrossolúveis, cálcio e outros minerais, e pelo menos dez vezes mais vitaminas lipossolúveis de fontes animais (manteiga, peixes, ovos, carnes e gorduras animais). Esses povos sabiam, instintivamente, aquilo que os cientistas hoje sabem: as gorduras e vitaminas lipossolúveis (vitamina A e D) catalisam a absorção de minerais e a utilização de proteínas. Sem elas, não podemos absorver minerais, não importando quão abundantes estejam presentes em nossa comida. A importância do trabalho de Price foi mostrar que o abandono da alimentação integral impacta profundamente nossa saúde. 

Hoje, existem evidências de que a dieta exerce profunda influência nos genes, particularmente sobre a expressão genética, de modo que podemos diagnosticar o impacto nutricional sobre o patrimônio genético do indivíduo e buscar uma reprogramação pela nutrição. Esta é a base da Genetic Nutritioneering, termo cunhado por Jeffrey Bland no livro do mesmo nome, e que poderia ser traduzido como Nutrição Genética.

O impacto da dietética é maior quanto mais jovem o indivíduo, quando seus genes estão se modulando e se expressando, como ocorre intra-útero e na primeira infância. Os estudos sobre o genoma humano não deixam dúvidas sobre a importância da expressão genética, e não apenas sobre a presença ou a estrutura do gene. Somos 99% geneticamente idênticos ao chimpanzé, mas a grande diferença está na expressão dos genes; esta depende dos processos integrativos, como ocorre, por exemplo, na alimentação.

Ingerir um nutriente equivale à entrada de informações num sistema computadorizado (input), só que esta informação será recebida por um sistema vivo, que interage com ele. No caso de uma pessoa obesa, a magnitude do input levou o organismo ao acúmulo de massa gorda. Por isso dizemos que a alimentação é um modulador do organismo, seja para a cura, seja para o desequilíbrio. 

A interação da alimentação com o organismo é profunda e difusa. Influencia todos os setores e sistemas. Por isso, a terapêutica corretiva ideal lida com todas as conseqüências desta interação: a intolerância alimentar; a toxicidade alimentar; a vitalidade dos alimentos; os processos digestivo, absortivo e eliminativo; o deficit de micronutrientes; a individualidade metabólica; os desequilíbrios do terreno (mesênquima), metabólicos e hormonais; a cultura, o sistema de crenças e os processos emocionais.

A alimentação é o principal instrumento terapêutico e está profundamente ligada ao nosso estilo de vida. Os alimentos são remédios; alguns são bons e outros maus. Por isso, cada refeição que ingerimos pode contribuir para nossa saúde e longevidade ou comprometê-la. A maioria das pessoas escolhe os alimentos com base no que as faz sentir-se bem em curto prazo, por lhes proporcionar satisfação imediata ao paladar, sem considerar a idéia de que o banquete de hoje pode ser a ruína de amanhã. 

Outro erro freqüente é avaliar a qualidade dos alimentos somente em termos de unidades de calor – calorias, especialmente se considerarmos que nós, seres humanos, não somos fogões. Uma caloria é a energia gerada por um alimento para aquecer um grama de água multiplicado por 1.000. Precisamos recuperar nosso instinto e voltar a avaliar os alimentos segundo seu valor real, seu grau de vitalidade, seu frescor e sua qualidade. 

À medida que nos tornamos mais conscientes do poder dos alimentos em relação à saúde, o processo de comer transforma-se em ato de prazer e em estímulo à saúde. Muitos dos alimentos mais saudáveis têm sabor agradável e é por isso que os melhores chefes de cozinha não medem esforços para comprar produtos frescos e orgânicos: o gosto é bem melhor. Os franceses, um povo com inegável tradição culinária, dizem que não há como fazer uma refeição inesquecível com ingredientes ruins. 

E não é só isso, existem alimentos que ajudam a promover a saúde. Por exemplo, comer repolho, brócolis e couve-de-bruxelas reduz o risco de câncer do cólon; comer alho diariamente corta pela metade o risco de câncer no estômago. Aproveitar todas essas importantes descobertas nos permite definir mais do que uma dieta para o novo milênio, mas estabelecer uma maneira de comer que contribua para erradicar as doenças de que padecemos e de que morremos hoje e maximizar nossas chances de uma vida longa e saudável.

  

 

Dieta Certa
Enfrentando as frustrações perante a dieta, descobrindo o melhor caminho

   Segunda-feira é sempre um bom dia para começar uma dieta, certo? Acreditamos que o início da semana traz os fluídos de um novo ciclo e com ele, uma nova esperança. Passamos o final da semana no deleite gastronômico, longe da culpa, pela promessa de que tudo será diferente daqui por diante. Entre uma guloseima e outra, vamos organizando, mentalmente, a estratégia que nos espera mais adiante.

O sábado e domingo recheado por comilança e esperança chegam ao fim e, a segunda-feira se anuncia. Acordamos no dia eleito para a mudança, com a disposição de um samurai. As escolhas são feitas baseadas no plano desenvolvido com antecedência. Contamos calorias, pontos, pesos e medidas. A sensação de sucesso nos invade pelo gosto capturado a cada prato montado. Perfeito! Tudo caminha como previsto!

Terça-feira! Mantemos a firme decisão e continuamos a nossa batalha. Ao final da tarde a memória sensorial do doce solicita uma escolha inadequada. Ah! Que vontade de comer alguma coisa doce! O velho e conhecido discurso retornando como repetição de um disco arranhado. Em tom desafiador, levantamos armas contra o desejo e iniciamos uma longa batalha para eliminar o inimigo. A censura mental mantém pé firme, nos lembrando padrões de comportamentos ditos adequados. Não coma isso, não coma aquilo! Isso é proibido! Isso, nem pensar! Como assombro, a vigilância permanece sem descanso. O dia termina, assistindo os efeitos da disputa entre o desejo e a censura.

Quarta-feira! Ameaça instalada! Hoje vai ter festa e como já sabemos, dieta não combina com festas. Dilema! Ir ou não ir, eis a questão! Nossa “amiga”, dona censura, mantenedora fiscal, com os olhos de uma águia, percebe e aumenta o nível de pressão para garantir proteção do planejamento inicial. O recado se estabelece: Nada vai nos deter!

Esse é o momento nevrálgico de toda dieta. O conflito entre atender a demanda da censura que implementa a proibição e, o desejo que busca satisfação. O conflito gera ansiedade, retroalimentando as diferentes forças que puxam o nosso ser para lados opostos, como cabo de guerra. O dia prossegue clamando indiferença ao fato. Usamos forças sobre humanas para amenizar o sofrimento. Disfarçadamente abrimos a gaveta, consumindo um fragmento de acalanto em forma de bala.

A sensação de fracasso dispara, rondando nosso entardecer. A ansiedade inflando como balão solitário no meio do nada, denuncia nossa fragilidade diante de tanta expectativa que nos aprisiona ao cumprimento de um padrão de comportamento socialmente estabelecido. O imperativo do “Tem que”... Tem que comer isso! Tem que comer só aquilo! Tem que obedecer! Tem que ter força de vontade!

Ufa! Acreditamos, verdadeiramente, que esse é o caminho certo da Dieta Certa. Ouso questionar! Será mesmo? Quais os resultados colhidos com esse tipo de programação mental? Quando foi a última vez que essa auto e/ou hetero perseguição cruel nos proporcionou a felicidade de um corpo desejado?

Cabe ressaltar: Excesso de pressão gera ansiedade que gera mais pressão que gera mais ansiedade... E no final, não há como escapar do “estouro da boiada”. Portanto, é de se questionar se essa dieta certa é tão certa assim. Na dúvida, pergunte a SI MESMO! Sua essência individual e intransferível certamente terá a resposta certa de uma dieta certa. Que será a SUA DIETA. Sendo sua, a pressão e ansiedade tendem ao afastamento pela possível dissolução do cabo de guerra nomeado, equivocadamente, como única direção.

É preciso fazer uma REVOLUÇÃO NA ALIMENTAÇÃO – Food Revolution, incluindo os bons hábitos pela via do conhecimento de Si, que se apropria das boas informações de forma consciente. Para tal, as orientações estão disponíveis em todos os canais, esperando que o discernimento se propague e encontre mentes abertas, em busca de uma vida melhor, mais leve e mais saudável. Lembrar que alimentar-se é muito mais do que, apenas, ofertar-se comida. É fazer escolhas responsáveis, garantindo a saúde de forma ampla, integrando corpo, mente, emoção, e, sobretudo, atitude!

Bem vindo ao Food Revolution! Uma atitude em prol da saúde integral! 




Em todo o mundo, aproximadamente 67 bilhões de animais terrestres são criados e abatidos para produzir carnes, laticínios e ovos. Sendo um dos maiores responsáveis pelos mais sérios problemas ambientais em nível local e global, o setor pecuário é também um dos maiores responsáveis pelas mudanças climáticas. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o setor de produção animal é responsável por quase um quinto de todas as emissões de gases do efeito estufa oriundas de atividades humanas.

Você sabia que...

* A expansão do pasto é um fator chave do desmatamento, principalmente na América Latina. 70% das áreas desmatadas da Amazônia foram convertidas em pastos, enquanto os outros 30% são em grande parte usados para cultivos que visam a produção de ração animal.
* O desmatamento da Amazônia brasileira emite mais CO2 do que qualquer outra fonte no país.
* Em todo o mundo, nós usamos mais terras para criar e alimentar animais de produção do que para qualquer outro propósito.
* A agricultura animal também causa sofrimento animal. Dezenas de milhões de animais no Brasil são confinados durante toda a sua vida em pequenas gaiolas ou celas www.hsi.org/portuguese/issues/intensive_confinement nas granjas industriais de confinamento intensivo.
* Escolher opções sem carne pode melhorar a sua saúde: muitas das doenças crônicas que assolam o mundo podem ser prevenidas, tratadas e, em alguns casos, até revertidas com uma dieta de base vegetal.

Tirar a carne do prato um dia por semana pode fazer uma grande diferença para os animais, o meio ambiente e nossa saúde.

Para sabe mais, entre no site   his.org/segundasemcarne
e descubra porque e como apoiar. 


Make a Free Website with Yola.